Guia de contracepção masculina: o que devo saber?

A possibilidade de ter uma gravidez indesejada ou que apareça uma infecção de transmissão sexual são os principais temores que compartilham, na atualidade, homens e mulheres a manter relações sexuais. De fato, esses medos são as razões para que haja uma relação estreita entre as relações sexuais e a necessidade de usar métodos contraceptivos.

Tradicionalmente, os temas referentes à contracepção dos assumia a mulher. No entanto, esta ideia é errada, uma vez que os dois membros do casal têm a mesma responsabilidade na sexualidade. De fato, é cada vez mais freqüente que os homens se interessem por conhecer as opções que existem, em que casos convém usar cada um, ou como agir se falhou o método de proteção ou mantiveram uma relação sem proteção. Por este motivo, surge a Guia masculina de contracepção, um manual simples que pode consultar qualquer homem interessado no tema.

Os especialistas que elaborou o guia destacam que é importante entender os métodos contraceptivos, como uma proteção e não como uma obrigação em relação a gestações não planejadas e infecções de transmissão sexual. De fato, são maiores que os benefícios que os inconvenientes que representam. Além disso, “é importante lembrar que o risco de gravidez e/ou contágio não está nas pessoas com as quais tem relações, mas em práticas que você faz com elas”, acrescentam.

 

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Qual é o meu papel na proteção?

Tão importante é a escolha adequada do método contraceptivo, como é ter certeza do cumprimento, papel que também tem que ser responsável por o homem. Em relação à escolha, María Jesús Alonso Llamazares, médico de família e coordenadora do Centro de Orientação Sexual para Jovens em Málaga, indica que esta depende do conhecimento do casal. Em Portugal, o mais utilizado é o preservativo, enquanto que, se falamos de métodos hormonais pílula é a mais utilizada.

“Os homens podem e devem ser capazes de propor o uso ou a mudança de um contraceptivo para outro. De fato, é possível que muitas mulheres se vejam neste gesto um interesse e compromisso por parte do homem em jogar um papel relevante e não ser apenas um espectador”, especifica Alonso na guia em que enfatiza que a camisinha e a vasectomia são os métodos mais eficazes para os homens. “O coitus interruptus ou a marcha-atrás não deveria ser considerado um método contraceptivo, dada a sua pouca eficácia“, afirma Alonso, que insiste em alertar os autores e seu uso, já que não se costuma ter em conta que, desde que começa a ereção começa a sair pela uretra, o precum, que também leva esperma.

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