O Diagnóstico da disfunção erétil

O diagnóstico da disfunção erétil é composto por dois níveis e depende dos objetivos do paciente e seu parceiro, assim como a idade, o estado geral de saúde e da condição médica do sujeito. O primeiro nível é uma anamnese médica e psicossexual detalhada, um exame físico completo e uma avaliação de laboratório hormonal e básica, seguidos da discussão das opções terapêuticas, sem recorrer a outros estudos. E um segundo nível, o qual tem por finalidade determinar com precisão a causa da disfunção erétil, e requer um ou mais dos seguintes estudos: consulta psicológica, teste de tumescencia noturna (TPN), avaliação neurológica avançada e estudos arteriais e venosos funcionais.

Testes de diagnóstico da disfunção erétil são divididos em muito recomendadas, recomendadas e opcionais e especializadas:

  • Testes muito recomendadas: devem ser realizadas em todos os pacientes, incluindo uma história clínica completa e um exame físico.
  • Testes recomendadas: devem ser executadas na maioria dos pacientes, e consistem em determinações analíticas como glicemia, perfil lipídico, testosterona livre e total, em maiores de 50 anos de idade ou mais jovens se aparecerem sinais ou sintomas de hipogonadismo, como diminuição do desejo sexual, do volume testicular bilateral, e dos caracteres sexuais secundários.
  • Testes opcionais: recomendam-se, em determinados grupos de pacientes, dependendo do critério médico, e são: hemograma, função renal e hepática, hormônios (LH, prolactina, TSH, T4 e cortisol no sangue e urina).
  • Testes especiais: estão indicadas em casos em que seja necessário distinguir entre a natureza psicogénica e orgânica do processo.

São os testes de objectificação da ereção espontânea:

  • O registo de rigidez e tumescencia peneana noturna (Rigiscan – NPT): consiste em registrar as ereções que ocorrem quando o paciente permanece adormecido. O registo de efetuar, de preferência, durante três noites.
  • Teste de estimulação visual: consiste na exibição de filmes eróticos que produzem uma ereção na maior parte dos homens. A presença de ereção descarta que a causa da disfunção erétil seja orgânica.
  • Teste de injeção intracavernosa: injecta-se uma substância chamada prostaglandina E1, juntamente com um estímulo visual ou auditivo, e mede o tempo de resposta. É útil para diferenciar as disfunções psychogenic das orgânicas.
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Também podem ser feitas em determinados pacientes estudos vasculares e neurológicos mais específicos:

  • Ultra-som doppler dinâmica das artérias peneanas: consiste em determinar o fluxo arterial com um ecocardiógrafo após injeção de prostaglandina E1 ou administração de fármacos pró-ereção mais estímulo visual.
  • Arteriografía e cavernosometría: em pacientes que se vai realizar uma intervenção de reconstrução vascular recomenda-se esta prova, que consiste em visualizar a espessura das artérias que dão o sangue para os corpos cavernosos meio de contraste.

Os objetivos da avaliação diagnóstica, seja completa ou limitada, são:

  • Determinar as causas médicas e psicológicas.
  • Avaliar a gravidade e o grau de responsabilidade da mesma.
  • Estabelecer uma estratégia terapêutica que seja compatível com o diagnóstico específico, e que satisfaça as expectativas do paciente e de seu parceiro.

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